CONFISCO DE DEUS
CONFISCO DE DEUS
Mais água que outra matéria
Como a terra que roda e pulsa
Ânsia faminta pela desidéria
Do eterno, olhos a água expulsa
A evidente pequenez não faz ideia
Da grandiosidade do vasto mundo
Tantos deuses nascidos na pangeia
Ignoram o brilho, o escuro profundo
Cada um com seu deus particular
Pronto para golpear a próxima mente
Pela propagada fé não é contido...
Ora jagunço, protetor e bandido
Na honestidade de sentir é semente
Plantada no aço líquido da vida, mentido.
Poeta matemático
Enviado por Poeta matemático em 15/02/2025