ADEUS
ADEUS
Sol, claridade, dia, luminosidade...
Luz é vida, vida em abundância
Da substância que é feita a eternidade.
Somos matéria finita, sem relevância!
Não somos como o dia que renasce
Como a lua cheia que sempre virá.
Somos seres de luz com pouco alcance
A ânsia da frágil esperança que findará.
Você que é a luz que me ilumina fora de mim
Que abre minhas janelas para o vento entrar
Fecha as portas, deixa anéis e a tiara de marfim
Leva o fósforo, o castiçal e a vela por acender
Leva minha voz que te imploraria para ficar
Mas ainda deixa forças para tentar te esquecer.
Poeta matemático
Enviado por Poeta matemático em 07/03/2025
Alterado em 12/03/2025