GULA
GULA
A fome era tanta que comeria
tudo que passasse pela garganta.
Só excluiria o rádio que canta
E radiola que também faz cantoria.
Tudo que rasteja, anda ou nada.
O que se mexe logo me apetece
Pela manhã e logo que escurece
Fora os lanches de madrugada.
Poeta matemático
Enviado por Poeta matemático em 07/06/2025